quinta-feira, 29 de abril de 2010

Linda!!!!




Das sombras viestes, nela vives...
Seu poder vem da noite...
Seu feitiço delira os homens e desperta a inveja das mulheres.
Sois poderosa, pois a lua a rege!
A mesma Lua q a despe com seu brilho prateado.

Somos leigos mestres, somos efêmeros magos
Todo nasce de um ser superior, as plantas, os animais...
Todos somos meros refugos da conjuntura astral!
Nascemos e crescemos para um dia nos tornarmos alicerces
Alicerces das plantas, rasteiras ou n,...
...elas q por sua vez libera quando viventes
Liberam o combustível essencial para a vida,
E após sua derradeira e irremediável morte (muitas das vezes por nossa causa)     
Também nos serve, ou a nossas necessidades.
...

“_... Hei você mesmo. Onde deixo esse pacote?
  _ O senhor pode deixar próximo aos outros da mesma cor, obrigado!”

A trouxe de volta ao lar, não como desejava infelizmente, ela acabou me obrigando a ser o que na atualidade adoro ser mais até então no devido momento detestava me mostrar.
Era uma noite de lua cheia de outono, o frio conduzia meus instintos até seu encalço. Cada metro que me aproximava sabia exatamente o que sentia por dentro, ansiedade, medo, fome... A constante sensação de que em um único vacilo meu poderia me despedaçar com um único olhar (adorava seu olhar, penetrava em cada vaso sanguíneo e como se acariciasse a cada hemácia cada célula que neles percorria.
Finalmente me aproximo de seu corpo gélido e macio... Logo se entrega sem relutar a primeiro momento, porém quando afrouxo um pouco a corda de suas mãos seu instinto logo se faz diante de mim. Olhos vermelhos de ira e fome, unhas afiadas e presas cativantes e mortais se mostram para seu algoz (eu).
Em fração de segundos eu não perco meu pescoço, não me torno vitima da mais encantadora serva das sombras.
As ordens foram claras: “A traga pra mim, viva ou morta!”. Mais... que sentimento estranho vindo de dentro de mim é esse? Estaria eu me encantando com o olhar da minha presa? Faria eu algo incerto para ser capaz de tanta afronta com meu interior?
Mais ela é linda ou pelo menos se fazia de tal forma, encantadora e desejável dentre da sua espécie.
A seguro com veemência e rispidez a fazendo se acalmar ou pelo menos foi a primeira impressão que tive. Colocando-a na carruagem, sinto como se seu coração gélido pulsasse como nunca com velocidade incrível como um animal acuado e temeroso de seu destino.
Os primeiros quilômetros foram tranqüilos, talvez tranqüilos até de mais... 
 Paramos para descansar após quase 4 horas de jornada. Os cavalos soltos para descansar e beber água no lago adiante afrouxei um pouco as cordas de suas mãos e levei minha tina d’água para que molhasse um pouco a garganta.
Não resisti ao seu olhar e a tomei nos braços me sucumbi em seus lábios sua língua penetrando minha boca, sufocando e me incendiando de prazer a cada segundo que mudava de direção diante da minha ou muita das vezes sobre a minha.
Rasgando suas vestes me delicio de seus seios, seu corpo nu e lindo diante de mim... Logo me vi dentro de seu corpo, a penetrava com violência e ao mesmo tempo sentia ser sucumbido pelo seu sexo. Juntos chegamos ao nosso êxtase, envolto na nevoa erótica que criamos logo me vi apaixonado pelo ser que deveria capturar e levar ao meu superior.
Indignos pensamentos tomam conta de meu ser até que sou atacado ferozmente por ela.

Suas presas penetram minha jugular, (felizmente), e faz sangrar tudo que passei a sentir por ela. A dor insuportável me faz tomar a mais horrível das minhas decisões...
Num golpe de velocidade e sorte desembainho minha espada (espada esta que já sentira o gosto de muitos inimigos, mortais e místicos, santos e demônios), agora sente o gosto de tudo que mais amei em toda a minha vida.
Tomando um fôlego desço ainda nu da carruagem já não existe mais frio ou dor... Só o sofrimento do ato que acabará de tomar.
Me ajoelho diante de sua cabeça sem vida, minhas lagrimas se encontram facilmente com o sangue que ainda teimava em sair dos dois buracos feitos pelos dentes da minha até a poucos minutos cativa. ( mais que bobagem, no fundo eu era o cativo dela, desde quando nos encontramos antes mesmo de começar a persegui-la.
Fecho os olhos e sigo meu destino sem parar sem, perder tempo, deixando os cavalos me guiarem (eles conheciam bem o caminho de seu dono).
Adentro os portões da fortaleza, existem duas pilhas de sacos, brancos e negros, a direita e a esquerda da grande fogueira. (Quando sai em minha batalha pessoal havia um saco branco dentro da carruagem, que logo identifiquei pra que serviria).
A coloco sobre a pilha branca e observo os sorrisos sórdidos dos guardas e transeuntes que ali ficavam, de uma pilha a outra.
Volto-me ao guarda que me atendeu e pergunto o porque de tais cores. Ele reluta em responder mais após uma incisiva insistência da minha parte ele responde:
“_ Trata-se dos dois lados da força, o branco está os seres das trevas, e os negros os da luz.” Ele continua:
“_ Hoje nosso lord irá vencer a batalha entre as duas forças com um pacto usando os corpos de ambos os lados. Ele precisa queimar as duas forças numa fogueira e o  corpo deles abrirão seu caminho até a tão aguardada vitoria.”

Um ódio sob humano toma meu ser e saio correndo ao encontro do maldito lord. Quando chego no segundo jogo de escadas eu paro. Sinto o cheiro dela, e ouço uma voz dizendo: “obrigada por me libertar amado!”
Viro-me pra pilha branca e me ajoelho em prantos. Escuto os passos do lord a conduzir prisioneiros (as correntes são inconfundíveis quando brincam com as pedras das escadas).
Me levanto e sinto um leve arranque...
Daí tudo se escurece, o sofrimento passa...
Nada mais que o silencio dos seus lábios que teima em acariciar os meus.
... Posso me render a você finalmente.    


quarta-feira, 31 de março de 2010

... Complemento...


... deliciosa terra dos meus sonhos pervertidos...
longe das minhas mãos mais presente em meu interior.
Traga o prazer e a prosperidade no meu meio!
faça dos meus dias mais proveitosos e de minhas noites mais intensas!
crie em mim algo único, capaz de ser e vencer qlqr desafio!
amo-te!!!!
Sol esplendoroso de meus dias...
que cada amanhecer seja único...
e a cada anoitecer possa me ver refletida na luz da lua.
Que toda a força dos elementos estejam contigo e que minha força
seja a sua força hoje e sempre!
Que assim seja e assim se faça!
te amo incondicionalmente!
rogo à Deusa para que possamos caminhar sempre juntos minha terra...
peço força e paz para nossos corações,
vida e esplendor para nosso corpo...
... e sabedoria para nosso espírito!
   Que assim seja e assim se faça!

Sentimentos compartilhados e presceitos desejados de Karnot e Neith em um dos tantos encontros de pensamentos e sentimentos...

Kira

Perversão intensa de Kira...
Ah quem diga que é filha de Lilith...
Mais que isso, chega a ser quase a própria deusa da luxuria.
Adoro ver seus súditos lhe adorando bela Obscene.
A senhora dos sonhos dos seus súditos.
Me torno um dentre eles... Talvez por conveniência mutua.
Te sentir e me fazer sentir...
Ser e me tornar ...
Súdito... Por necessidade, servo por opção.
Te adoro minha (rainha) Kira.



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Mais quando for possível irei me despedir de tudo que quero e sou, e meus sonhos, dores e medos irão se acabar.
E no mais intenso dos sentimentos e faces irão me satisfazer
Te amar será mais que um simples sentimento...
Te desejar mais que puro desejo...
Te sentir mais que simples sonhos.

(texto dedicado a senhora Kira, minha eterna e amada Tatyzinha)

Tento não olhar enquanto toco seu corpo sem vida frio, ainda úmido pelo sangue que te ensopou.
A dor que sinto é quase indescritível, como se a cada segundo espadas dilacerassem meu coração... A dor de não ter mais você me deixa insano ao primeiro momento, cheio de ira, cheio de culpa.
Em prantos caio sobre seu mórbido mais nem por isso indesejável corpo, fechando meus olhos relembrando dos nossos lindos momentos de amor, onde éramos um só ser, uma só alma.
Lembro que podíamos libertar nossos espíritos e de olhos fechados entrelaçados em nosso amor vê-los se amando ao som dos nossos gemidos, dos nossos sussurros.
... E agora amor? O que eu faço sem você?
Como continuo sem estar ao seu lado? Como crio, transformo e ou evoluo as coisas sem minha força, sem meu dom?
Minhas lágrimas limpam seu rosto antes ensangüentado a deixando bela como sempre será!
Meus lábios procuram o seu infelizmente pela ultima vez, lábios antes macios e quentes, agora frios e secos.
Ah como queria estar com você agora meu amor, fazer companhia a seu isolamento... Nos isolarmos do mundo e do espaço... Sinto meu espírito tentar sair a sua procura mais as correntes ainda fortes não permitem.
Recordo como era fácil de nos comunicarmos de nos interagirmos somente com eles ( um breve sorriso se faz por um pouco instante), bastava fechar os olhos e tocar em você que logo eles estavam juntos.
E agora, por mais que tente, por mais que te toque nada acontece, você já pálida, seus olhos não abrem mais, seu sangue sujando todo o meu corpo, todo o meu mundo...
Meu mundo... Não existe mais mundo! Não existe mais felicidade nem algo que me faça querer continuar. Existe apenas o que sobrou da gente aqui em minhas mãos, seu corpo sem vida.
Te amo tanto! Preciso que você volte! Volta por favor...

... Não sou nada sem você aqui, deixo de existir de tentar continuar sem você. Não quero mais continuar aqui sem você... Desejo um dia criar coragem e ir ao seu encontro, venha logo me buscar meu amor, eu imploro!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Magnetismo e erotismo...Sinônimos?


... Hoje tive mais uma experiência digamos intensa e extremamente dolorosa (adoro).
Sado a ponto de colocar a prova tudo que acredito e indiretamente existe ao meu redor. A loucura da volúpia feminina me fez entender e dissimular existentes acontecimentos eróticos vividos por esta pessoa que vós fala.
Tentarei ser breve no relato de tal fato, mesmo por que ainda nem sei se devo descrever tudo ou mesmo parte dele aqui.
Vejamos...

Libido...
Forma itinerante de ver as coisas, algo lógico e ao mesmo tempo incerto de se fazer sentir... instinto que nos aproxima dos irracionais diante de nossa essência dita... sana.
Libidinosa é nossa iniciação neste dia, ela vestindo negro como sempre, mais diferente de todos os outros dias, acho que pelo odor que exalava, hormônio hipnótico que me conduz ate seu sexo... quente, macio...
Comecei como itinerante e acho que comecei errado a relatar o que me fez iniciar meu dia luxurioso. Diria enigmático e intensamente ardente o inicio do meu dia.
Enigma pelo fato de não saber ao certo até onde iria parar toda a vontade, todo o desejo que estava sentindo e sentia vindo dela. Ela... ah deliciosa em sua essência encantadora e possessiva, a mistura perfeita entre o pecado e a necessidade celeste. A perfeita representação de deus e do demônio. O mundo e a ausência de tudo em uma única pessoa. Não,  não era simplesmente uma pessoa, era mais que isso, era a própria luxuria, personificada sim como mulher, sedenta de meu sexo, de meu gozo. 
Possuí-la foi sublime, magmático e como dito inicialmente magnético. Dois pólos unidos hermeticamente, como se nascidos um para se acoplar no outro.
Todo vindo do libido que guiou meu corpo ate ela, ate o prazer dela...

Luxuria...
O modo de me tocar fazendo meu corpo necessitar de mais e mais ate quase entrar em ebulição, em erupção ardendo por dentro.
Quando me mordia, me arranhava, sangrando e me dando o melhor dos prazeres...
O fato de você me deixar possuir todo o seu ser, de formas variadas e incríveis que surgiam como magia em minha mente. Tudo me fazia delirar.
Cada gozo seu saciava minha sede, cada centímetro do seu corpo me alimentava... Insano momento de loucura e gemidos, regados por suor e saliva.



Adormecemos exaustos e unidos como começamos (ou seria ao contrario... ou...) então, adormecemos unidos, completos, saciados.
Meu dia que se fez tarde e tornou-se noite em você logo se fez realidade finalmente. E em mim me vi diante do meu espelho negro onde sempre te guardo. Minha insana diva satânica e puramente angelical.




(Karnot Du Leite)

quinta-feira, 18 de março de 2010

A noite fria de um domingo mórbido como todas as noites de
domingo, e eu aqui sentado com minha garrafa de vodka já pela metade.
O vento cortando meu rosto enquanto meus olhos se perdem em
meio a linda lua minguante que descreve um lindo sorriso diante de mim. Linda
parece sorrir para meus olhos tentando cativa-los, iludi-los.
Tomo mais um gole e vejo como ela me encanta, com sua
presença quase que discreta no negro céu quase sem estrelas. A verdadeira senhora
que aguça minha criatividade...
... Estou eu novamente debaixo de nossa árvore, a noite e
que noite... me lembrando de tudo que já nos ocorreu, de tudo que ainda está
por vir... Nosso provável e aguardado encontro, nossos sorrisos e tristezas... Penso
em como irei dizer o que sinto para você, de certa forma a lua acaba me
ajudando  trazendo você pra perto de mim
em pensamento e em espírito, pois sinto sua presença indiretamente aqui debaixo
da árvore.

Acho eu que logo saberei o que dizer ou nem precisarei dizer
nada, pois meus atos falarão por mim.
Fecho por um instante meus olhos para poder dizer seu nome
para o vento, a fim de que ele leve minhas palavras...
Mais um gole e encho minhas mãos de terra, sua essência sua
força. Tornando minhas mãos instrumento de sua força fazendo delas algo
fundamental para nós.
Um breve sorriso toma minha face, um sorriso de felicidade
por sempre estar harmonizado e próximo a você.
Te amo tanto, e de tal forma que consigo tocar nesse amor de
tão presente que ele se mostra.
Incondicional e imortal eu diria, sentir que está sempre
presente dentro de mim ou nas coisas que faço, ou falo, ou crio... Ou ainda nas
coisas que desejo ou penso ou que faço existir.

Como é bom sentir você em mim! Sentir que não estou
sozinho...
A vodka acabou... Mais acho que ela nem fez tanta diferença
assim no meu estado. Dedico meu bem estar a você que fez e sempre fará bem ao
meu espírito, ao meu dom, ao meu intelecto e, sobretudo, ao amor que sinto em
viver.

(Texto iniciado no chão do quintal em meio às folhas e aos
gravetos da nossa árvore. Fico sempre bem quando sinto você aqui comigo.
Domingo dia 07/03/2010).